Os dez jingles mais representativos da história

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Os dez jingles mais representativos da história

De forma geral, a decisão de incluir um jingle à campanha vem da agência de propaganda. Normalmente sem músicos em suas equipes, essas empresas contratam produtoras de áudio e estúdios. Por meio de um briefing com características da marca ou até mesmo referências musicais, o músico dá origem à peça publicitária. Fábio Barbosa Dias, autor do livro “Jingle é a alma do negócio”, explica que, mesmo com essa teorização do processo criativo, não há uma receita de bolo aplicável em todas as circunstâncias que demandam a composição de uma música para a publicidade. “Tem de se levar em conta uma série de fatores fundamentais como o produto, serviço ou marca anunciados, onde será veiculado, perfil do público-alvo a ser atingido, tempo de veiculação e etc”, fala. No período de produção, outros músicos podem ser envolvidos.

Apesar de transcorrer diversas fases do Brasil, o jingle não perdeu força. O método continua sendo uma das formas mais eficazes de fixar uma marca ou conceito na mente do consumidor. “Ninguém acorda com um anúncio de jornal, um comercial de TV, um outdoor ou post de Facebook na cabeça, mas, muitas vezes, acorda com o refrão de um jingle, que pode ter sido ouvido no dia anterior ou há 20 anos”, diz Fábio Barbosa Dias. Quando bem construídas, as músicas publicitárias ganham um lugar cativo na memória afetiva das pessoas.

O autor destacou, por ordem cronológica, os dez jingles mais representativos na história brasileira. Confira:

10 jingles mais representativos da história

1. Cobertores Parahyba

 

2. Varig Estrela

 

3. Pernambucanas

 

4. Banco Nacional

 

5. Café Seleto

 

6. Vasp

 

7. Chevrolet

 

8.  Estrela

 

9. Guaraná Antarctica

 

10. Guaraná Antarctica (de novo!)

 

 

Fonte: Meio&Mensagem – Edição: Loyce Policastro/Netshare Marketing Criativo

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